A luz silenciosa
June 18, 2008 at 11:02 pm 5 comments
Algumas vezes não sabemos bem de onde vêm as coisas, os medos, os sentimentos, os desejos, isso não impede que eles nos penetrem, inundem, preencham completamente. Por vezes não existem culpados, as razões não são claras, a hora é inesperada. Nada disso torna tudo menos verdadeiro, intenso, real. Dentre todas as oportunidades e alternativas algumas das mais interessantes tem pouca lógica, parecem, e talvez sempre sejam, incompreensíveis. Não pense, não pergunte, não reflita, sinta. Às vezes a luz é silenciosa e a única coisa que nunca poderemos é voltar no tempo.
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1.
Daniel Kindi Sperl de Faria | June 18, 2008 at 11:12 pm
Alguns filmes rapidamente se mostram interessantes ou tediosos, com poucos minutos já conseguimos fazer uma avaliação mais ou menos precisa do nosso posterior julgamento. “A Luz Silenciosa” é um filme lento e denso, não pelos seus diálogos escassos, mas pela riqueza de sentimentos, dores, angústias transmitidas pelos personagens. Nem todas as coisas tem uma explicação racional, nem por isso são mais ou menos reais.
2.
janjão | June 19, 2008 at 9:03 am
“penso, logo existo” que bobagem linear e cartesiana “sinto, logo existo”.
bjs
qdo virà o primeiro livro?
Janjão
3.
Thaís Canina | June 20, 2008 at 5:32 pm
“Pensar é um ato, sentir é um fato.”
Entristece-me pensar que esta frase tenha virado profile de orkut, porém ela, intuitivamente, leva-nos a pensar na complexidade de nosso sentimentos.
E eu ainda idolatro Clarice Lispector, acima das prostituições que a atingiram.
As maiores satisfações são conseqüências dos melhores sentimentos!
Há! Beijos :*
4.
Saulo | June 20, 2008 at 6:58 pm
…às vezes procuramos respostas estúpidas para os mais vagos questionamentos que a mente humana venha, eventualmente, à produzir. e no entando, só encontramos frustrações.
melhor post; parabéns.
abraço.
5.
Bonie | June 29, 2008 at 5:29 pm
Não poder voltar no tempo é TÃO triste. =(